Estou pronto a partir, só falta mesmo pôr o corpo onde já se encontra a imaginação, que, essa, fez-se à estrada sem esperar!
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quarta-feira, 7 de janeiro de 2015
segunda-feira, 8 de setembro de 2014
Inglaterra - Nova Zelândia
Não, não é um jogo de rugby, mas sim uma viagem. Uma das milhares que vários ciclistas fazem anualmente.
Está dividida em episódios por trechos de percurso.
Curtam e inspirem-se.
Europa
Turquia
Irão e os "estões"
Um dia na vida nómada (já aqui postado)
China
Sudoeste Asiático
Ups...ficaram-se por Bangkok! ;)
Cá fica um hypertimelapse com alto som dos 365 dias de viagem deste casal!
1 ano num minuto!
quinta-feira, 4 de setembro de 2014
(Im)possível não é nada!
Esta imagem do escutismo para rapazes, de B.P. sempre me disse muito e vem-me muitas vezes à cabeça.
Parece que quanto mais me dizem que algo é impossível mais me picam para tentá-lo.
O mesmo aconteceu a estes Australianos...e o resultado foi...
Cycling in Siberia
quarta-feira, 3 de setembro de 2014
quinta-feira, 28 de agosto de 2014
Um dia na vida nómada...
O levantar campo, comer na estrada, explorar novos caminhos, encontrar um canto para montar a tenda outra vez, cozinhar e pernoitar sob mil estrelas....é o dia-a-dia de um nómada.
segunda-feira, 12 de maio de 2014
Pedalar devagar
..é o nome de um livro que tinha emprestado a uns amigos há tempos.
Numa recente visita trouxe-o para casa e estou a rele-lo!
A capa
É a história de um casal luso-suíço que se propõe a viajar pela Ásia durante 4 anos de bicicleta!! A narrativa vai alternando: 1 capítulo é narrado pela Valérie, outro pelo João, mas sempre com sequência temporal e espacial. Original no mínimo.
O que dizer deste livro: confesso que podiam ser mais cuidadosos com o detalhe. Por vezes parece estarmos a ler um telegrama, mas a aventura é tão espectacular, tão imensa, tão TÃO, que se perdoa. Desde o desviador que se parte no meio da terra de ninguém, ao frio que apanham no norte da China, ao percurso pela estrada proibida até ao Nepal, ao desencontro causado por um desentendimento até à mudança de câmara de ar na rua com direito a plateia, o atravessar a Rússia com apenas um visto para S. Petersburgo, desmascararem um "mexilhão" de câmara fotográfica na Índia, isto tudo é imperdível. (Mais uma razão para a minha crítica...com mais detalhe e enquadramento mais tempo ficaria imerso na aventura).
O João e a Valérie apostam no "old is cool", em usar material simples e prático, menos susceptível a causar impacto e vão-se safando com muita interação com os locais, vivendo ao máximo o que uma viagem tem a oferecer.
Outro "must" para as leituras de viagem!
sexta-feira, 29 de novembro de 2013
"You've gone too far this time, sir"
Este livro li-o em versão ebook no meu Kindle. Mais um livro que nos prende e não nos larga enquanto não o lemos na integra. Devorei-o e sempre que parava de ler fica vaem "pulgas" para ter um tempinho para voltar a agarrá-lo. E este é o melhor elogio que se pode dar a um livro.
O livro relata a viagem de Danny Bent, um professor de Geografia (um padrão engraçado pois há muitos professores a viajar. Talvez porque em Inglaterra é uma profissão não tão sujeita a concursos e colocações como cá.) inglês desde a sua terra à Índia. A viagem é feita com o intuito de angariar fundos para uma escola indiana e porque Danny prometeu aos seus alunos que iria lá pessoalmente.
A primeira nota de interesse foi quando Danny pensou no veículo a utilizar para se deslocar até à Índia e não teve coragem de dizer aos seus alunos que iria de avião após ensinar-lhes que era o meio de transporte menos ecológico que existia! Lindo! Aliás, o título do livro é uma frase que lhe foi dita por uma aluna. É um espectáculo quando a plateia é composta por crianças!! E foi por elas que ele foi até à índia e foi por causa delas que ele não desiste da viagem enquanto está ainda na Ucrânia e perante muita poluição, razias de camiões e comportamentos violentos de Ucranianos bêbados.
Gostei da aventura da primeira noite em campismo selvagem onde lutou a noite toda com sombras e com as maçãs que caiam da macieira "malvada" e que lhe pareciam pedras. Da forma como lidou com o gosto mórbido por alcóol e armas (misturadas) dos ucranianos, das suas peripécias nos "stans" e em especial no Paquistão. A forma como o atravessa, conhece um país muito diferente do que conhecemos, passa por controlos alfandegários, bloqueios de estrada, vilas sem mulheres à vista, assédio sexual por parte de homens machistas, casamentos que são autênticas multidões é no mínimo exuberante.
Para não falar na sua travessia desse sub-continente que é a Índia. País de contrastes extremos, que vão da sobre-populada Mumbai, às praias cristalinas e techno-raves de Goa, das aldeias pobres aos cultos riquíssimos. Tudo relatado de uma forma espectacular, viciante e até inspiradora.
Como diz na capa: "Isto acho ser o mais próximo que alguma vez vi de ter encontrado um amigo num livro!"
Concordo. Leitura obrigatória. 5 estrelas ou mais!
quarta-feira, 30 de maio de 2012
Solidão na estrada...
..ou o contrário!
Uns tourers chineses alimentaram um cão durante o seu percurso e ganharam um amigo para a vida!
Seguiu-os durante 1100 milhas (1760 Kms) desde a província de Sichuan até Lhasa no Tibete. Este percurso passa por 10 montanhas que ultrapassam os 4000m de altitude, o que não demoveu o pequeno San (XIAO SAN em mandarim). No fim foi adotado por um dos ciclistas.
Muito bom. Quando se queixarem da solidão da estrada, liguem-se a quem sente o mesmo! ;o)
Uns tourers chineses alimentaram um cão durante o seu percurso e ganharam um amigo para a vida!
Seguiu-os durante 1100 milhas (1760 Kms) desde a província de Sichuan até Lhasa no Tibete. Este percurso passa por 10 montanhas que ultrapassam os 4000m de altitude, o que não demoveu o pequeno San (XIAO SAN em mandarim). No fim foi adotado por um dos ciclistas.
Muito bom. Quando se queixarem da solidão da estrada, liguem-se a quem sente o mesmo! ;o)
segunda-feira, 16 de maio de 2011
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 7 de março de 2008
Viagens do Manandré.....agora pela Índia
A única coisa que podem aprender com a minha experiência, isto não a vivendo, é que nada vos prepara para a Índia. Nada que vos digam, que possam imaginar, vos prepara para a total ausência de uma visão conhecida. Tudo sai fora do nosso imaginário, esqueçam o café simpático na esquina, o prédio de fachada arranjada, a tabuleta que de maneira tão simpática vos informa em que rua estão. A única coisa que podem aprender aqui, é a destruir o vosso referencial ocidental.
Sem guia e apenas com as sábias palavras da Graça Mexia as semanas antes foram passadas entre a internet e olhar o mapa da Índia sem saber o que se escondia por detrás daquelas províncias, com nomes enormes de sílabas que parecem juntar-se por acaso. Se era claro na minha cabeça que nunca ia faltar ao casamento do Akshay, razão que me levou lá, o que estava a fazer indo três semanas mais cedo, sozinho, não era tão claro. Diria que só lá me apercebi que estava sozinho no meio dos 20 milhões de habitantes de Delhi.
Foi sobre os desertos do Paquistão, já de Lonely Planet no bolso, que resolvi seguir o conselho de Graça e ir directo a Delhi. Perto de Agra, Varanasi e Rajastão, torna-se o centro de todos os turistas, viajantes e backpackers que partem nesta viagem. A insegurança é a primeira a aparecer. Apesar de também a espaços durante toda a viagem, rapidamente se percebe que não tem razão de ser. Vai desaparecendo à medida que se vai percebendo que fora do circuito turístico, o povo indiano é lindo na sua cultura, nos seus valores e no seu sorriso.
Mais em Manandre
Sem guia e apenas com as sábias palavras da Graça Mexia as semanas antes foram passadas entre a internet e olhar o mapa da Índia sem saber o que se escondia por detrás daquelas províncias, com nomes enormes de sílabas que parecem juntar-se por acaso. Se era claro na minha cabeça que nunca ia faltar ao casamento do Akshay, razão que me levou lá, o que estava a fazer indo três semanas mais cedo, sozinho, não era tão claro. Diria que só lá me apercebi que estava sozinho no meio dos 20 milhões de habitantes de Delhi.
Foi sobre os desertos do Paquistão, já de Lonely Planet no bolso, que resolvi seguir o conselho de Graça e ir directo a Delhi. Perto de Agra, Varanasi e Rajastão, torna-se o centro de todos os turistas, viajantes e backpackers que partem nesta viagem. A insegurança é a primeira a aparecer. Apesar de também a espaços durante toda a viagem, rapidamente se percebe que não tem razão de ser. Vai desaparecendo à medida que se vai percebendo que fora do circuito turístico, o povo indiano é lindo na sua cultura, nos seus valores e no seu sorriso.
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